20 de janeiro de 2019

Resenha: A Volta de Tarzan (Livro 2)


Título: A Volta de Tarzan (Livro 2)
Autor(a): Edgar Rice Burroughs
Ano: 1915 (1ª publicação)
Gênero: Aventura, Fantasia
Editora: Editora Nacional 

Oi pessoal! Mais uma resenha para vocês, da continuação de um livro que resenhei recentemente, Tarzan. De tudo que posso falar sobre a história, é que é realmente surpreendente e diferente daquele mundo mágico que a Disney nos apresenta. Vamos à sinopse?

Tarzan havia renunciado à seu direito pela mulher que amava, e para ele, a civilização não fornecia nenhum tipo de prazer. Após um período breve e angustiante entre os homens, ele volta para a selva Africana, onde cresceu. Lá ele fica sabendo sobre Opar, a cidade de ouro, que sobrara da lendária Atlântida. Era uma cidade de homens hediondos e de belas e selvagens mulheres, das quais se sobressaia La, alta sacerdotisa do Deus Flamejante. Seus altares foram banhados com o sangue de muitos sacrifícios. Desatento aos perigos, Tarzan leva um grupo de guerreiros selvagens para as antigas criptas e para o mal ainda mais antigo de Opar.

Como disse acima, a história de Tarzan é totalmente diferente do que o que a Disney nos mostra. E esse segundo livro é definitivamente o livro que mais difere do que eu imaginava para o heroi. Inclusive nesse volume Tarzan tem bastante contato com o sexo feminino, o que vai determinar o rumo da trama em vários pontos.

Paris é um dos principais locais da história, onde conhecemos o vilão Rokoff e o vilanismo dele será presente no livro todo e crucial em diversos momentos. E Rokoff é um vilão de verdade, maligno, cruel e inteligente. Tarzan sofre na civilização, pois ainda é um selvagem tentando ser civilizado. Ele sente falta do lugar de onde veio, e a sociedade dos homens brancos tiram sua sensação de liberdade que ele tanto preza. E como selvagem, ele gosta de caçar, de brigar e de desafios. A crítica à nossa sociedade ainda continua, o autor usa Tarzan como esse elemento questionador também no segundo livro.

O que eu não gostei nesse livro, é que a história pode ser mais sucinta, mas o autor enche de detalhes que muitas vezes tornam a leitura cansativa e arrastada. Foi o que aconteceu comigo, demorei bastante para ler o livro por conta disso. Eu não consigo sentir empatia com Jane Porter, par romântico de Tarzan, minha opinião é que ela é uma personagem mimada e muito indecisa.

Tirando o fato que a história se arrasta por conta de detalhes e descrições, eu gostei da história e uma das minhas metas é finalizar a saga de Tarzan.

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