21 de fevereiro de 2019

Resenha: O Mundo Perdido


Título: O Mundo Perdido
Autor(a): Arthur Conan Doyle
Ano: 1912 (1ª publicação)
Gênero: Ficção Científica, Aventura
Editora: Nova Alexandria

Oi pessoal! Mais uma resenha entregue para vocês, do livro O Mundo Perdido de Arthur Conan Doyle. O autor, que é bem conhecido pelo seu detetive Sherlock Holmes, trouxe uma proposta diferente dessa vez, escrevendo ficção científica. Vamos à sinopse? 

Liderada pelo professor Challenger, um paleontólogo excêntrico e carismático, uma expedição científica parte de Londres para explorar um território longínquo da Selva Amazônica, congelado desde o tempo em que os dinossauros vagavam sobre a Terra. Aparentemente impossível de penetrar, esse mundo perdido apresenta diversos perigos para os quatro membros do grupo, de homens-macaco selvagens a terríveis criaturas pré-históricas. Obra precursora de todos os livros e filmes sobre os dinossauros, o romance de Arthur Conan Doyle – o criador do célebre detetive Sherlock Holmes – foi lançado em 1912, mas permanece um irresistível clássico para todas as idades.

Confesso que esse livro é bem nostálgico para mim, lembro até hoje dele na minha estante de livros que tinha quando era criança. Como disse acima, Arthur Conan Doyle fugiu do estilo pelo qual ele é mais conhecido, para escrever esse livro de ficção científica que se tornou um clássico através dos anos. O livro é tão importante, que para vocês terem noção, inspirou Michael Crichton, criador de Jurassic Park.

O livro é contado como se fosse um diário do jornalista Ned Malone, que embarca na expedição para explorar os confins da Amazônia junto com um professor irritadiço, um famoso caçador e um professor cético. Esse é um ponto bem interessante da história, ela de fato se passa no Brasil, mais precisamente na Amazônia e é curioso ver o olhar do autor sobre nossa floresta sendo refletido nas falas dos personagens.

Eu considero uma leitura indispensável para quem gosta do gênero, ainda mais porque é um livro curtinho e a escrita deliciosa. Também é interessante para quem tem a curiosidade de ver Arthur Conan Doyle se aventurando em outro gênero.

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