14 de março de 2019

Resenha: O Assassinato de Roger Ackroyd


Título: O Assassinato de Roger Ackroyd
Autor(a): Agatha Christie
Ano: 1926 (1a publicação)
Gênero: Policial
Editora: Globo Livros 

Olá amigos leitores! Resenha de hoje é de mais um livro de Agatha Christie, um de seus livros mais famosos na verdade, onde nele estrela o popular detetive Hercule Poirot. Não é a primeira vez que faço uma resenha dos livros da autora, e quem me acompanha sabe que eu sou fã assumida. Contei tudo o que achei de O Assassinato de Roger Ackroyd aqui. Vamos para à sinopse?

Em uma noite de setembro, o milionário Roger Ackroyd é encontrado morto, esfaqueado com uma adaga tunisiana – objeto raro de sua coleção particular – no quarto da mansão Fernly Park na pacata vila de King’s Abbott. A morte do fidalgo industrial é a terceira de uma misteriosa sequência de crimes, iniciada com a de Ashley Ferrars, que pode ter sido causada ou por uma ingestão acidental de soníferos ou envenenamento articulado por sua esposa – esta, aliás, completa a sequência de mortes, num provável suicídio. Os três crimes em série chamam a atenção da velha Caroline Sheppard, irmã do dr. Sheppard, médico da cidade e narrador da história. Suspeitando de que haja uma relação entre as mortes, dada a proximidade de miss Ferrars com o também viúvo Roger Ackroyd, Caroline pede a ajuda do então aposentado detetive belga Hercule Poirot, que passava suas merecidas férias na vila.
Se em alguns livros de Agatha os leitores reclamam que ela não usa a sua velha fórmula de sucesso, nesse livro, ela é usada com força total. Temos um assassinato que nos é apresentado, os suspeitos e Poirot atuando encarregado de descobrir tudo. E claro, temos a autora nos confundindo a cada página. O Assassinato de Roger Ackroyd envolve ameaças, chantagens, vícios, heranças, relações amorosas e uma carta reveladora.

Em um período da sua vida em que havia se aposentado e buscava tranquilidade, Poirot é elencado a investigar essa trama surpreendente, com suspeitos e álibis aparecendo a todo instante. A narrativa é feita por outro personagem, o que torna o livro mais único ainda e permite que o leitor imagine todas as situações, acho até que seja uma técnica da autora para fazer com o que leitor não preste atenção aos detalhes. Isso torna o livro mais envolvente. 

Em relação ao assassino, mais uma vez meu palpite passou longe. No final, os fatos são ligados e ficam explícitos para o leitor de uma forma que acho difícil alguém não ser pego de surpresa. 

De fato, recomendo Agatha Christie para qualquer leitor que queira um livro envolvente e que busque conhecer a autora e o gênero. 

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