7 de abril de 2019

Resenha: Mulherzinhas


Título: Mulherzinhas
Autor(a): Louisa May Alcott
Ano: 1868 (1ª publicação)
Gênero: Biografia, Clássico
Editora: L&PM Pocket

Olá amigos leitores! Mais um clássico da literatura lido e que tenho a oportunidade de trazer a resenha para vocês. A primeira publicação foi lá em 1868, mas de lá pra cá o livro teve diversas atualizações e a versão que li foi da L&PM Pocket, com essa capa bem bonita. Vamos à sinopse?

As quatro irmãs March são muito diferentes entre si. A já adulta Meg; Jo, a moleca impulsiva; Beth, tímida e introvertida; e Amy, a precoce caçula. Mas com o pai longe de casa, na guerra, e a mãe trabalhando para sustentar a família, elas precisam cooperar e apoiar umas às outras. Encenam peças, fundam sociedades secretas, preparam os festejos de Natal, dão os primeiros passos na sociedade adulta e aprendem o valor da amizade verdadeira. É com o coração pleno que acompanhamos as dúvidas, as aventuras e desventuras dessas adoráveis meninas, nesta história atemporal emocionante que nos faz vibrar e sorrir. 
Mulherzinhas é um clássico da literatura norte-americana. É uma história muito bonita onde acompanhamos quatros irmãs (Meg, Jo, Beth e Amy) diante das situações da vida, onde aprenderão sobre amor, perseverança e amizade verdadeira. O livro é baseado nas experiências de infância da autora e de suas três irmãs. Em cada capítulo há uma lição de moral girando em torno dos temas família, trabalho e amor verdadeiro.

Mulherzinhas tem um enredo leve, é fácil e rápido de ler. As personagens tem suas personalidades bem definidas e é interessante acompanhar a evolução e a maturidade de cada uma. Apesar de nos provocar algumas reflexões, o livro não deixa de ser divertido e interessante de acompanhar. Também precisamos ter em mente que, por ter sido publicado há muito tempo atrás, as regras sociais daquele tempo eram muito diferentes das de hoje em dia, portanto, muitas atitudes na história são diferentes das que normalmente vemos nos tempos atuais.

Recomendo o livro para os leitores que buscam uma leitura que nos traz reflexões sem ser mentalmente cansativa. O livro é um clássico atemporal. 

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